
Nesta quarta-feira (18), a Justiça do Amazonas determinou a prisão domiciliar de Emicley Araújo, um dos funcionários da clínica veterinária envolvida no fornecimento de cetamina para a família de Djidja Cardoso. Emicley foi preso durante a segunda fase da Operação Mandrágora, suspeito de ajudar José Máximo, proprietário da clínica, na destruição de provas.
Conforme a decisão judicial, Emicley Araújo terá que utilizar tornozeleira eletrônica para monitoramento enquanto as investigações prosseguem. Além dele, outros dois funcionários da clínica veterinária, o ex-namorado de Djidja Cardoso, Bruno Roberto, e o coach Hatus Silveira também foram presos. As detenções foram motivadas por contradições nos depoimentos e informações obtidas após a quebra do sigilo telefônico dos envolvidos.
A polícia apontou que Djidja Cardoso, sua mãe Cleusimar e seu irmão Ademar já estavam sob investigação há mais de um mês devido ao envolvimento em um grupo religioso suspeito de promover o uso da cetamina como meio para alcançar uma falsa plenitude espiritual.
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