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Lula revela conversa com Donald Trump: “Nossos países vão se dar muito bem”

Presidente brasileiro afirma ter tido uma ligação “respeitosa” com Trump e projeta boas relações com os Estados Unidos

06/10/2025 às 14h29
Por: Danilo Andrade
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Lula revela conversa com Donald Trump: “Nossos países vão se dar muito bem”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) surpreendeu ao comentar publicamente uma ligação telefônica que teria recebido do ex-presidente norte-americano Donald Trump. A conversa, segundo Lula, ocorreu recentemente e foi marcada por um tom “extremamente respeitoso”.

A declaração foi feita durante um encontro com jornalistas no Palácio do Planalto, e gerou repercussão imediata nas redes sociais e bastidores políticos.

“Ele foi muito respeitoso comigo, disse que tinha muito respeito pelo povo brasileiro. Eu disse a ele que, se for eleito, os Estados Unidos e o Brasil vão se dar muito bem”, relatou Lula.

🤝 Um diálogo improvável, mas estratégico

A conversa chama atenção por se tratar de dois líderes com trajetórias e visões de mundo bastante distintas. Lula, de orientação progressista e com histórico de aproximação com governos latino-americanos de esquerda, dialogando diretamente com Trump, figura conservadora e marcada por uma política externa nacionalista durante sua gestão.

Apesar das diferenças ideológicas, Lula adotou um tom pragmático ao falar sobre a relação com Trump, sinalizando disposição para manter pontes com diferentes líderes internacionais — especialmente em um momento em que as eleições americanas se aproximam e Trump desponta como um dos favoritos à indicação republicana.

🌐 Repercussão e contexto internacional

A possível reaproximação entre os dois países ocorre em um cenário geopolítico complexo, com disputas comerciais, guerras regionais e mudanças climáticas no centro da pauta global. Analistas avaliam que um novo mandato de Trump poderia reconfigurar diversas alianças internacionais — e Lula parece disposto a posicionar o Brasil de forma estratégica nesse tabuleiro.

Por outro lado, setores da diplomacia brasileira ainda veem com cautela qualquer aproximação com o ex-presidente dos EUA, que durante seu mandato anterior manteve relações mais próximas com Jair Bolsonaro.

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