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Mulher é flagrada em vídeo levando cadáver em cadeira de rodas para banco no Rio de Janeiro

Imagens chocantes revelam cena perturbadora em caso que abalou as redes sociais

17/04/2024 às 16h04
Por: Danilo Andrade
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Mulher é flagrada em vídeo levando cadáver em cadeira de rodas para banco no Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, um caso perturbador vem causando comoção nas redes sociais após a divulgação de novas imagens que mostram uma mulher, identificada como Érika de Souza Vieira Nunes, de 42 anos, empurrando um cadáver em uma cadeira de rodas dentro de um shopping. Segundo informações da polícia, as gravações precedem o momento em que a mulher levou o idoso Paulo Roberto Braga, de 68 anos, a um banco para solicitar um empréstimo. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) suspeita que o idoso estava morto há aproximadamente duas horas.

O incidente, que ocorreu em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, foi registrado em vídeo por uma das atendentes do banco. Nas imagens, Érika chega ao estacionamento do shopping em um carro cinza, por volta das 13h da terça-feira (17), acompanhada por um homem. Ela é vista tentando tirar o corpo do idoso do veículo e, posteriormente, empurrando-o para dentro de uma cadeira de rodas, com o auxílio do homem. A ação, que durou 27 segundos, foi capturada pelas câmeras de segurança do local.

Durante o vídeo, Érika é flagrada conversando com o cadáver, tentando fazê-lo assinar um documento necessário para o empréstimo. Ela reclama com o idoso, afirmando que ele lhe dá "dor de cabeça" e simula um diálogo com ele, pedindo-lhe para assinar o papel. Uma das funcionárias do banco, em depoimento à Polícia Civil, relatou que inicialmente achou o idoso debilitado, mas no momento em que ele deveria assinar, ele não respondia e aparentava estar sem sinais vitais.

A advogada de defesa de Érika, Ana Carla de Souza Correa, negou as acusações e afirmou que o idoso estava vivo quando chegou ao banco. Ela ressaltou que testemunhas corroboram com essa versão e que tudo será esclarecido. O caso continua sob investigação, enquanto a sociedade aguarda por respostas sobre esse episódio chocante que levantou questionamentos sobre o respeito à dignidade humana e a integridade dos mais vulneráveis.

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