
Uma reportagem do jornal norte-americano The Wall Street Journal comparou o Primeiro Comando da Capital (PCC) às máfias italianas e classificou a facção como uma das maiores organizações criminosas do mundo.
Segundo a publicação, o PCC atua com estrutura semelhante à de uma multinacional, com presença em diversos países e forte influência no tráfico internacional de drogas, especialmente na rota da cocaína entre a América do Sul e a Europa.
O jornal também destaca que a organização brasileira tem expandido sua atuação para além do narcotráfico, envolvendo-se em atividades como tráfico de armas, lavagem de dinheiro e disputas violentas por rotas estratégicas, inclusive em regiões da Amazônia e portos europeus.
Autoridades internacionais apontam que o grupo já opera em dezenas de países e possui milhares de integrantes, consolidando-se como uma rede criminosa transnacional com grande capacidade logística e financeira.
A comparação com a máfia italiana reforça o nível de organização e influência global do PCC, que, segundo especialistas, representa um dos principais desafios para o combate ao crime organizado no cenário internacional.
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