
Manaus, AM – Atualização 03/03/2026 – O presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou nesta terça-feira (3/03/2026) a decisão de aumentar o arsenal de ogivas nucleares do país em resposta à “instabilidade global sem precedentes”. A medida foi comunicada em discurso oficial no Palácio do Eliseu e representa a primeira expansão significativa do programa nuclear francês desde o fim da Guerra Fria.
Segundo comunicado oficial do governo francês, o aumento visa “garantir a credibilidade e a eficácia da dissuasão nuclear independente da França” diante de ameaças crescentes, citando explicitamente a escalada militar no Oriente Médio (bombardeios EUA-Israel contra o Irã), a guerra na Ucrânia e tensões no Indo-Pacífico envolvendo China e Coreia do Norte. Macron afirmou que “a França não pode ficar indiferente quando o equilíbrio estratégico mundial é ameaçado” e que o país manterá sua política de “dissuasão estrita e proporcional”.
A França atualmente possui cerca de 290 ogivas nucleares operacionais (dados oficiais de 2025), sendo a terceira maior potência nuclear do mundo atrás de Estados Unidos e Rússia. O aumento anunciado não teve número exato divulgado, mas fontes próximas ao Ministério das Forças Armadas indicam que o objetivo é elevar o estoque para cerca de 350–400 ogivas até 2030, com modernização de submarinos da classe Suffren e mísseis ASMP-A (ar-solo de médio alcance).
A decisão gerou reações imediatas:
A Organização do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP) e a ONU ainda não se pronunciaram oficialmente, mas especialistas alertam para risco de nova corrida armamentista nuclear na Europa.
O Portal Oamazones acompanha os impactos geopolíticos e econômicos da decisão francesa, incluindo possíveis efeitos no preço do petróleo e na segurança global. Fique ligado para atualizações.
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