Morte repentina de operadora de caixa em Santa Catarina gera alerta sobre doenças cardiovasculares
Érica Pereira, de 38 anos, sofreu parada cardiorrespiratória no local de trabalho; especialistas explicam por que casos de morte súbita seguem como principal causa de óbito no país.
17/02/2026 às 20h27
Por: Danilo Andrade
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O falecimento repentino de Érica Pereira, uma operadora de caixa de 38 anos, chocou a cidade de Itajaí (SC) na última quinta-feira (12). A trabalhadora cumpria sua jornada de trabalho quando passou mal e sofreu uma parada cardiorrespiratória fulminante. Apesar do acionamento imediato do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), os socorristas constataram o óbito ainda no local.
O caso reacende o debate sobre a incidência de mortes súbitas em pessoas consideradas jovens ou em idade ativa. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, as doenças cardiovasculares permanecem, há décadas, como a principal causa de morte no Brasil e no mundo. Condições como infarto agudo do miocárdio e Acidente Vascular Cerebral (AVC) muitas vezes agem de forma silenciosa.
Especialistas alertam que a prática de exercícios, embora fundamental, não exclui riscos ocultos como a predisposição genética, arritmias não diagnosticadas e hipertensão arterial. A morte súbita pode ocorrer mesmo em indivíduos sem sintomas prévios, o que reforça a necessidade de check-ups regulares e atenção a sinais como dores no peito, palpitações e cansaço excessivo.
No Amazonas, as autoridades de saúde também reforçam a importância da prevenção, especialmente diante de fatores de risco como sedentarismo e alimentação inadequada, que contribuem para o agravamento do quadro de saúde cardiovascular da população local.
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