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Tio e ex-tutor de Andreas von Richthofen é encontrado morto em SP

Miguel Abdalla Neto, médico e irmão de Marísia von Richthofen, foi quem cuidou do sobrinho após a tragédia que chocou o país; corpo foi achado em decomposição.

10/01/2026 às 18h24
Por: Danilo Andrade
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Tio e ex-tutor de Andreas von Richthofen é encontrado morto em SP
SÃO PAULO – Miguel Abdalla Neto, tio materno e ex-tutor legal de Andreas von Richthofen, foi encontrado morto na tarde desta sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, em sua residência na Vila Congonhas, Zona Sul de São Paulo. A Polícia Militar confirmou a ocorrência e o caso é investigado, inicialmente, como morte suspeita.
O médico morava sozinho em um imóvel na Rua Baronesa de Bela Vista. Segundo o relatório policial, o alerta foi dado por um vizinho após funcionários de Miguel estranharem o silêncio e a ausência de respostas por dois dias consecutivos.
 
Sem sinais de violência
Ao entrarem na casa, por volta das 15h40, os policiais localizaram o corpo já em estado de decomposição. Apesar do cenário, uma análise preliminar não identificou sinais de invasão, luta ou violência física, o que reforça a hipótese de morte por causas naturais. O caso foi registrado no 27º Distrito Policial (Campo Belo), e o corpo encaminhado ao IML para exames necroscópicos.
 
O "Pai" de Andreas após a tragédia
Miguel Abdalla Neto teve um papel fundamental na vida de Andreas von Richthofen. Após o assassinato de seus pais em 2002, Miguel assumiu a guarda do sobrinho — na época com apenas 15 anos — e a administração de todo o patrimônio da família até que o jovem atingisse a maioridade. Nos últimos anos, Miguel optou por uma vida reclusa e longe da mídia.
 
Relembre o caso Richthofen
O crime completou mais de duas décadas. Manfred e Marísia foram mortos pelos irmãos Cravinhos a mando da própria filha, Suzane von Richthofen.
  • Suzane: Após 20 anos presa, foi solta em janeiro de 2023 e vive atualmente em Bragança Paulista (SP).
  • Andreas: Hoje com 38 anos, o irmão de Suzane mantém uma vida marcada pelo isolamento social.
  • Cravinhos: Daniel e Cristian cumprem pena em regime aberto/semiaberto desde 2013 e 2018, respectivamente.
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