Política

MDB descarta Braga e apoia Simone Tebet para a presidência do Senado

Apesar da bancada do MDB no Senado definir somente no fim da tarde desta terça-feira (12) quem vai escolher para concorrer à presidência da Casa, de acordo com matéria do site Poder 360, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) será a candidata do partido à presidência.

O senador Dário Berger (MDB-SC) disse ao Poder360 que o líder da bancada, Eduardo Braga (AM), comunicou nesta terça-feira (12) que abrirá mão de sua candidatura e apoiará Tebet como nome único do partido. A eleição será em 1º de fevereiro.

O anúncio do nome de Tebet deve ser feito até o fim do dia, depois de reunião da bancada, na qual a escolha da candidata deve ser sacramentada. A impressão entre os emedebistas é de que a senadora, que é presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), tem mais potencial para angariar votos fora do partido.

“Achei uma grandeza bastante significativa do Eduardo Braga que reconheceu… o importante na vida da gente é a gente reconhecer as nossas limitações em determinados momentos”, disse Berger.

MDB Busca Apoio

Além da definição dos candidatos, os emedebistas tentam fechar nesta semana o apoio do Podemos (10 senadores) e do PSDB (7). Se confirmadas as alianças, o candidato do MDB lideraria um bloco de 32 senadores.

“Vamos tentar encaminhar a definição do MDB e o nosso candidato vai conversar com os partidos, será da competência do candidato conversar com os partidos”, disse o líder do MDB, Eduardo Braga ao site Congresso em Foco.

Simone crê que a disputa pelo comando do Senado está equilibrada e que o MDB pode avançar em apoios nesta semana.

“Só somar as bancadas, MDB, PSDB e Podemos, fora demais … somam 30”, disse a senadora.

O MDB, que é a maior bancada do Senado com 13 nomes, anunciou em dezembro que teria candidato único à eleição. Tebet chegou a disputar o apoio da sigla com outros 3 colegas, mas, segundo o senador Renan Calheiros (MDB-AL), a disputa final estava entre ela e Braga.

Tradicionalmente, o presidente do Senado é da maior bancada. Para que isso não ocorra, são necessárias condições muito específicas, como as vistas na eleição próprio Alcolumbre, em 2019. Na ocasião, o MDB rachou em torno de Renan Calheiros e Simone Tebet e acabou optando pelo senador alagoano. (Com o Poder 360).

Por Fato Amazônico

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